Jogo da memória de adição e subtração: plano de aula para o 1º e 2º ano
Jogo da memória de adição e subtração: plano de aula para o 1º e 2º ano
Aprender matemática pode ser uma experiência divertida! O jogo da memória de adição e subtração do Blog Princesa Michele reúne 50 fichas, formando 25 pares: uma carta apresenta a continha e a outra, o resultado. O material está organizado em cinco folhas, com fichas grandes e coloridas para imprimir e recortar.
Além de praticar cálculos, a brincadeira permite trabalhar atenção, memória visual, respeito às regras e cooperação. Confira uma proposta para utilizar o jogo em sala de aula!
Plano de aula
Público: 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.
Duração: aproximadamente 50 minutos.
Tema: adição e subtração por meio do jogo da memória.
Objetivos de aprendizagem
Resolver adições e subtrações utilizando diferentes estratégias.
Relacionar cada operação ao seu resultado.
Explicar como chegou à resposta.
Exercitar a atenção e a memória visual.
Respeitar a vez dos colegas e as regras combinadas.
Materiais necessários
Fichas do jogo impressas e recortadas, palitos de picolé ou tampinhas para apoiar os cálculos, folhas de papel e lápis. Para aumentar a durabilidade, as cartas podem ser coladas em papel mais firme, com o verso igual em todas elas.
1. Conversa inicial — 10 minutos
Apresente situações próximas da realidade das crianças: “Se eu tenho duas tampinhas e ganho mais uma, com quantas fico?” e “Se tenho sete tampinhas e retiro três, quantas restam?”.
Convide os alunos a representar as situações com os materiais e conversar sobre as estratégias utilizadas. Retome os sinais de adição e subtração e explique que, no jogo, será necessário encontrar a conta e o resultado correspondente.
2. Apresentação e demonstração — 5 minutos
Mostre algumas cartas e faça uma rodada demonstrativa. Por exemplo, a ficha 2 + 1 forma um par com a ficha 3.
Combine as regras:
Espalhar as cartas embaralhadas com a face para baixo.
Virar duas cartas por jogada, deixando todos observarem.
Quando encontrar uma conta e seu resultado correto, guardar o par e jogar novamente.
Quando as cartas não formarem um par, virá-las para baixo no mesmo lugar e passar a vez.
Encerrar quando todos os pares forem encontrados.
Duas contas ou dois resultados não formam um par.
3. Hora de jogar — 20 minutos
Organize a turma em pequenos grupos e distribua conjuntos de pares completos. Não é necessário utilizar as 50 fichas de uma vez.
Para começar, selecione cinco pares com resultados menores. Conforme as crianças compreenderem a dinâmica, acrescente outras operações. O material contém resultados de 3 a 27, permitindo variar os desafios de acordo com as aprendizagens da turma.
Durante as rodadas, incentive as crianças a resolver as contas mentalmente ou com apoio de tampinhas, palitos, desenhos e dedos. Faça perguntas como: “Como você descobriu?” e “Existe outro jeito de calcular?”.
4. Registro e socialização — 10 minutos
Peça que cada criança escolha dois ou três pares encontrados e registre as operações completas no caderno, incluindo o sinal de igualdade e o resultado.
Quem precisar pode representar o cálculo com desenhos ou explicar oralmente. Depois, convide alguns alunos a compartilhar suas estratégias com a turma.
5. Encerramento — 5 minutos
Converse sobre o que aprenderam e quais contas exigiram mais atenção. Valorize as tentativas, a colaboração e as diferentes formas de resolver os desafios.
Adaptações para favorecer a participação
Utilize menos pares por rodada, organize as cartas em posições bem definidas e ofereça apoio visual e materiais de contagem. Para crianças que ainda estão compreendendo a proposta, comece com as cartas abertas, realizando o pareamento entre conta e resultado. Depois, introduza a etapa de memória.
A atividade também pode ser cooperativa: o grupo trabalha junto para encontrar todos os pares, sem comparar a quantidade de acertos individuais.
Avaliação
Observe se a criança relaciona a operação ao resultado, quais estratégias utiliza para calcular e de que apoio necessita. Considere também sua participação, a comunicação do raciocínio e o respeito aos combinados. Ganhar a partida não deve ser o critério de avaliação.
Sugestão para brincar em família
Envie um pequeno conjunto de pares para casa e proponha uma rodada com os familiares. Oriente os adultos a dar tempo para a criança pensar e pedir que ela explique como calculou.
Imprima o jogo da memória de adição e subtração e transforme as continhas em momentos de descoberta e aprendizagem!







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